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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Sozinho

Não importa a idade. Pode acontecer aos 18, aos 22 ou aos 30. Mas acontece. Você percebe é sozinho.

Tem bons momentos acompanhado, mas você é sozinho. Por mais que amigos e familiares  se esforcem pra estar perto, a rotina, o cotidiano, o dia-a-dia é só seu. A caminhada, os pensamentos, as vontades, os desesperos, as lágrimas que quase saíram...tudo isso é só seu. Você tem que se acostumar!

O ser humano é um ser social que se junta e se agrupa pra sobreviver melhor, mas ainda assim tende a se isolar e fazer tudo pior. 

Você é sozinho!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Provérbio Nativo Americano

Quando o sangue
nas tuas veias
regressar ao mar,

e a rocha
nos teu ossos
regressas ao solo

talvez então
te lembres
que esta terra
não te pertence,

és tu quem pertence
a esta terra.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Quando o mundo acabar

Quando for acabar o mundo,
Que seja cobrindo-nos de terra,
Só assim haverá para todos,
Só assim haverá para muitos,
Só assim seremos um pouco mais iguais...

Se assim não for...
Que se acabe em água,
Pois muitos morrerão felizes
ao tê-la em abundância pelo menos,
e uma única vez...
Só assim água será morte de todos
E não apenas dos escolhidos,
Desteritorializados...

Se assim não der...
Que se acabe em fogo afinal,
Morremo-nos de igual...
Por que se for em fogo,
Que sobre uma ultima brasa,
Para acendermos o cigarro final,
O Cachimbo da paz...eterna

Quando acabar o mundo.
Que não haja arrenpedimentos dos feitos,
Apenas dos não feitos e não vividos.
Que só haja arrependimentos dos fatos alegres
E nunca dos sofridos...


01:56 ~
02:00
08/11/2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Espiritualismo: Um reflexão inicial

É facilmente credivel ver a pessoa de menor ceticismo se declarando e autoafirmando ateu, devido ao contexto das religiões e da religiosidade que observarmos atualmente. Porém, o mais cético dos incrédulos tem que admitir a existência e a possibilidade de comunicação com os espíritos. O espiritualismo está em um passo muito mais à frente que a simples crença ou escolha de credo. É um fato verificado na história, porém absorvido e tratado de formas diferentes em cada lugar.
Se é dificil de crer que Moises possa ter aberto o mar vermelho ou Jesus Cristo possa ter se materializado três dias após sua morte, por falta de provas mais concretas e verificéveis, não há quem possa dúvidar, sem uma boa verificação, dos fenômenos espiritualistas do kardecismo como a façanha de mediuns tais quais Chico Xavier ou Alan Kardec. Peremptoriamente, terreiros de umbanda e candomblé também são exemplos claros da possibilidade de comunicação com os espíritos.
As questões então são, como? Porque? Quem define as diretrizes? Primeiro que o fenômeno da comunicação com espíritos se da mesmo em religiões que não se consideram espiritualistas, como o catolicismo romano, por isso, certos conceitos e acepções sobre as religiões, criados por elas mesmas inclusive, tem que ser abandonadas para um reflexão inicial e igualitária em qualquer fenômeno religioso sistematizado, as religiões.
O porque não vou nem me atrever a tentar entender, nesse momento, mas é possivel buscar uma média da somatória dos "porquês" de cada religião. Agora o mais importante, quem define as diretrizes?
Vou partir de duas concepções:
  1.  A primeira, parte de um pressuposto que eu já defini antes, o que o termo sobrenatural é errôneo, pois entendo que muitos desses fenômenos são naturais, mas que nesse momento está fora de cadacidade de compreender ou controlar. Por isso, essa concepção me guia a entender que as diretrizes da comunicação com os espíritos são tão simples quanto nossa comunicação entre individuos, mas que não estamos amadurecidos o bastante para dominar esse processo. Assim, a comunicação com os espíritos, hoje, é tão complicada quanto a comunicação via ondas de rádio à 500 anos atrás. Parece surreal, mas logo pode vir a ser algo rotineiro.
  2.  A segunda concepção entende que tais diretrizes são baseadas na dinâmica de existência dos próprios espíritos, que não cabe aqui (e eu nem teria como) explicar. Os rituais, trocas, pedidos e etc, fariam parte da ritualistica de tais seres, da mesma forma que temos as nossas (se pensarmos com austeridade). Não seria um processo comunicacional tão diferente do "nosso", seria como tentar conversar com pessoas de culturais diferentes das que estamos habituados, bem no sentido antropológico mesmo.
Não sei até que ponto isso pode se dar de fat, mas nesse momento às, 2:57 da manhã, tem feito bastante sentido tais entendimentos, pois aproxima alguns conceitos de espiritualidade, mesmo de religiões não espiritualistas. Outrossim, também uni, de certa forma, o entendimento da comunicação com os espíritos sem levar em conta a sistematização das religiões, das quais muitas foram feitas pelos próprios homens.


os espiritos e suas diretrizes em cada religião são "trocas"

terça-feira, 20 de março de 2012

As existências divinas e o conflito de vontades

         Venho aqui, depois de muito tempo fazer mais um reflexão sobre meu pensamento religioso. Os padrões são tão complicados e de se aceitar, pelo menos para mim, que preciso explorar o meu próprio entendimento do mundo, meus aceites e descartes.
         Acredito que hoje eu vá matar dois ou três coelhos com uma só cajadada, pois, pelo menos para mim, esse é um dos ensaios que mais me faz sentido. Primeiro, preciso ressaltar a discussão sobre o termo "sobrenatural", que já expliquei melhor em outro ensaio, mas que basicamente, não pode se dizer o que é sobrenatural se não sabemos os limites do natural humano.
         Então, andei refletindo para entender como a história humana é recheada de tantos deuses, divindades e milagres. Se não milagres, mas ações de alto arroubo que podem até ser postas no que chamamos de sobrenatural. Dentre tantos, mães levantaram caminhões para salvar seus filhos, exús, orixás e entidades se materializaram e trouxeram a mediuns, tais como Chico Xavier ou Zézimo, conhecimentos e forças fora de nosso entendimento. Não faltam relatos no mundo para isso, relatos e testemunhas, os que não crêem é porque não tiveram a dada oportunidade de presenciar tais fatos, não os charlatães, mas fatos verídicos, de quem não presencia algo munido de preconceito, mas cheio de curiosidade e vontade de conhecer.
         Indo direto ao assunto, quero dizer que todos esses fatos considerados "sobrenaturais", podem simplesmente ser um natural desconhecido das potencialidades do homem. Essas potencialidades e eventos têm em comum a vontade humana. Essa vontade, quando una é capaz de muito, inclusive de criar deuses e divindades.
         Quando os iluministas dizem que o homem inventou deus, em certo é verdade, sua vontade trouxe um criação inerente não à homens, mas ao próprio ser humano. O fato de existirem tantos deuses e deusas se da em função de existirem muitas vontades misturadas, algumas dissonantes, mas em princípio a mesma coisa, homem. O homem é a medida de todas as coisas, inclusive de uma criação conjunta, a qual ele nunca vai entender separado.
         Por isso, acredito que as existências divinas são fruto de um conflito de vontades que se deu durante a história humana, desde os gregos e Zeus, até os reis taumaturgos medievais, a vontade de Buda e dos indígenas do mundo.
         Assim, creio que possa unificar as religiões por uma só base, onde a vontade, uma verdadeira vontade, é o poder de criação além da nossa sapiência e dos 10% usados de nossa cabeça animal.
         Não quero tratar de bíblia ou de qualquer outro artifício religioso aqui, estou falando das existências divinas e como pode haver um conflitos na existências de tantas delas.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Religião: Uma pequena reflexão

Trago aqui duas questões que tem me inquietado ultimamente e preciso sistematiza-las, tanto pra mim, quando pra qualquer um que ler aqui e concordar ou discordar.
Acho interessante a capacidade que algumas religiões, como o espiritismo kardecista, tem de fundamentar sua doutrina sem lacunas e respeitar o pensando de outra religião, mesmo que sua doutrina descorde dos preceitos desta.
Por outro lado, religiões que deixam, e algumas até tentam manter seu "fiel" pela ignorância e por essas lacunas, não tem o mesmo comportamento, são extremante preconceituosas e segregadoras.
Pensem bem, não deveria ocorrer o contrário. Já que certa religião tem sua crença tão fundamentada, não deveria ser ela a questionadora das outras, que imporia seus fundamentos já que estes são tão sólidos.
Bem, isso é a fé. Os níveis do ser humano, baseado do desenvolvimento que já mostrei aqui, corpo/alma/espírito através da ciência/religião se completam com essa pequena análise. Meu ponto de vista se fortalece com essa colocação.
Mas, sinceramente eu nem vim escrever esse ensaio com tal objetivo, isso surgiu de insight agora.
Minha discussão é sobre o maniqueísmo presente na mentalidade da maioria sobre algumas religiões e certos fenômenos, principalmente a demonização do orixá Exu, pela igreja católica e hoje em dia mais forte pelas igrejas evangélicas.
Quero também dissertar sobre a negociação com os espíritos, ditos "ruins". Mas já escrevi bastante, na outra postagem eu termino isso aqui.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dia de hoje: 26/01/2011

As vezes o silêncio da noite é a melhor companhia e a chuva caindo é a melhor coisa que podemos ver, sentir, ouvir, cheirar ou torcar...
Na madrugada, a solidão parace tão agradável como se não quisessemos que isso acabe e realmente não quero, mas preciso...
Cada pingo d'água que cai é um passo a morte da chuva e isso é tão belo quanto qualquer vida, quando qualquer morte, tão natural, tão divino e perfeito...
As vezes nada importa por um tempo, por muito tempo, e o silêncio da noite é a chave que abre nossa mente para nós mesmos, para tudo que acontece conosco dia após dia, noite após noite...
Cada gota que cai da chuva é tão bela quanto uma vida inteira, pois é uma vida tão rápida, e derepente nos damos conta que a nossa o é também, e o que eu fiz? Como sou? Porque eu sou? E mais importante, O que eu não fiz? Porque não fiz?
O frio da noite é tão bom, e isso é tão metafórico quanto um dia eu não quis que fosse, mas é e sempre será, é muito bom. Lembro-me de outras metáforas e provérbios que me seguem, e à todas dei um sentido, à todas dei uma resposta, mas a poucas dei atenção...
Na madrugada encontrei algo oculto, e senti um mar sem velejador, onde talvez eu devesse estar, um mar que eu deveria ter domado...se tudo acabar, é nesse mar que começo de novo...

04:51
06:00
26/01/2011

Discurso: Sobre os 7 Pécados Capitais Parte 1

Bem, vou tratar aqui sobre uma pequena análise do que hoje chamamos de os 7 pecados capitais, ao longo de sua história de criação, desenvolvimento e discurso presente hoje, independente de linha teológica, é claro com leve peso ao catolicismo romano, pois esta é a religião que adotou-os primeiramente e com mais expressão.
Os 7 pecados capitais são conhecidos como as 7 transgressões do Espírito, os piores pecados que o ser humano pode cometer.

Segundo Evágrio do Ponto

O que se conhece hoje por 7 pécados capitais foi sintetizado primeiramente por Evágrio do Ponto um escritor, asceta e monge cristão que viveu no ano de 345-399.¹
Ele escreveu o que chamou de 8 piores crimes ou paixões humanas (infelizmente só consegui 7).
  

1.Gula
2.Avareza
3.Luxúria (ligado à Vaidade)
4.Ira
5.Melancolia
6.Acídia (ou Preguiça Espiritual)
7.Orgulho
8.Tristitia (Algo como desespero ou tristeza, ligado à preguiça)

Segundo Papa Gregório I

No final do século VI o Papa Gregório I reduziu a lista a sete itens, juntando "vaidade" e "orgulho" (ou "soberba") e trocando "acídia" e "melancolia" por "inveja". Para fazer sua própria hierarquia, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam ao amor:

1.Orgulho;
2.Inveja;
3.Ira;
4.Indolência;
5.Avareza;
6.Gula;
7.Luxúria;

Segundo São Tomás de Aquino

Mais tarde, outros teólogos, entre eles, Tomás de Aquino analisaram novamente a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a igreja substituiu "melancolia" – considerado um pecado demasiado vago – por "preguiça".
Assim, atualmente aceita-se a seguinte lista dos sete pecados capitais:
1.     Vaidade;
2.     Inveja;
3.     Ira;
4.     Preguiça;
5.     Avareza;
6.     Gula;
7.     Luxúria;
Os pecados são diretamente opostos às Sete Virtudes, que pregam o exato oposto dos Sete Pecados capitais inclusive servindo como salvação aos pecadores.

Segundo Peter Binsfeld


Peter Binsfeld , foi um demonologista, teólogo e padre jesuíta Medieval. Viveu em Trier, na Alemanha, e ali morrera da peste em 1598. Ele estava envolvido nas caças às bruxas do tempo e escreveu "A Confissão de Warlocks e bruxas", que discutiu as confissões de supostas bruxas, e argumentou que a tortura não afetou a veracidade das confissões. 
1.     Asmodeus - Luxúria
2.     Belzebu - Gula
3.     Mammon - Ganância
4.     Belphegor - Preguiça
5.     Azazel - Ira
6.     Leviatã - Inveja
7.     Lúcifer - Orgulho 
Ele também teorizou que outros demônios poderiam invocar o pecado. Por exemplo, Lilith e sua prole, o incubus e sucubus, invocam a luxúria. O sucubus dorme com os homens, a fim de impregnar a si mesmo, para que possa suportar mais demônios. O incubus dormeria com mulheres para levá-las a pecar.
Como pode-se ver, os pécados tem uma interessante história e "evolução" ao longo do tempo, e uma certa tendência ao cristianismo. Mas, o que pode-se ver é que de fato pe um discurso de cerceamento moral para fins reliosos, e como vou mostrar mais precisamente depois, com intuito estatal do poder temporal da igreja.

¹- Sacred Origins of Profound Things de  Charles Panati, Beatrice G. e Fernando T


domingo, 23 de janeiro de 2011

Ensaio: O termo Sobrenatural

Bem, como dito em outra postagem uma palavra que muito se ouve, principalmente no que concerne ao tema religioso é sobrenatural.
Recorrendo ao bom e velho Aurélio temos esses significados:

 1.     Que ultrapassa o natural; que não é atribuído à natureza.
 2.     Relacionado com fenômenos extraterrenos:
 3.     Que está acima da natureza humana; sobre-humano
 4.     Fantástico, extraordinário; excessivo.
 5.     Rel¹.  Diz-se de tudo que é ligado à ação da graça divina, por estar acima da essência e do agir da criatura. 
Rel¹ - Sentido religioso da palavra

Vou partir meu pensamento de dois dos significados acima, o terceiro e o quinto.
Bem, acima da natureza humana ou sobre humano? Isso é incalculável, pois não temos ideia da capacidade humana, talvez até certa ideia da capacidade física, mas isso é muito pouco.
Como disse Raul Seixas na música Ouro de Tolo: "Somos seres humanos e só usamos 10% de nossa cabeça animal." Logicamente então não podemos calcular o natural da capacidade humana, e por ventura o sobrenatural vem em conjunto.
Bem, o outro termo é mais perto da religião e tenta distanciar o homem de Deus, a criatura do criador. Por essa noção eu discordo, pois anularia meu pensamento acima, creio que isso é apenas falta de coesão nos termos, pois as noções e os fenômenos religiosos não estão acima do agir da criatura, elas são parte dela. O que chamamos de ação divina, só o é aprioristicamente vindo da ação humana e depois sendo agraciado como divino.
O que quero propor aqui, é ignorância humana ao falar de algo de que não se tem muitos fundamentos, e em função disso vai traçando tal caminho, o que e deveras comum. A fuga do equilíbrio que eu propus em outra postagem é o que faz acharmos que certas ações ou possíveis ações são sobrenaturais, pois partindo dessa lógica os recordistas olímpicos mundiais, de atletismo por exemplo, são todos sobrenaturais, pois executam ações com certa precisão que outro ser humano não pode fazer.
O equilíbrio, corpo/alma/espírito é a chave para "destravar" a habilidade e o conhecimento para muitos fenômenos incríveis que estão ao alcance humano, e não inerente à sua natureza enquanto essência, e só através do caminho religião/ciência podemos alcança-lo.
Por fim, minha proposta aqui é reunir uma espécie de teoria unificada da ontologia à partir de uma filosofia religiosa, visando práxis final.
A noção comum de sobrenatural é simplesmente o fato de que temos vergonha de admitir nossa ignorância e o abandono de certos conhecimentos e ações, e as religiões de modo geral, mas não tão especificamente tentam buscar a relação dessas noções e conhecimento e fazer do homem o verdadeiro homem, não o novo homem, que é o homem do capital, o homem que perdeu a essência do Sapies Sapiens em sua natureza, bem como suas necessidades.
O processo "evolutivo" humano, criou um caos da práxis como ação sobre a natureza, pois essa própria noção esta obscurecida, já que a própria práxis é roubada de nós à cada dia com nosso consentimento.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ensaio: Uma interpretação sobre a Bíblia. Parte 1

Bem, para continuar meus estudos sobre fato e fenomenologia religiosa vou traçar aqui algumas interpretações minha sobre passagens Bíblicas, algumas coisas que fazem certo sentido para alguns, fazem outro sentido para mim.
Adão e Eva

Não vou me ater à uma história que todos conhecem. Mas a Bíblia é um livro de parábolas, analogias, metáforas e etc. Adão e Eva não foram criados nos moldes românticos que nos contam, ou aparecem em filmes, tirinhas e quadrinhos. Adão e Eva são sujeitos de um crônica, onde o intuito desta é mostrar que homem é mulher são os seres e agentes históricos do mundo. O ser humano é o ser que altera a natureza para si, e isso Karl Marx vai mostrar adiante em suas obras, a transformação do mundo e do homem.
O ser humano é o ser que determina o mundo, mas que é determinado por ele a priori, numa relação dialética, e quando digo que ele determina o mundo, isso inclui fauna, flora e etc, tudo mesmo.
Então esqueçam um casal coberto por folhinhas e ainda inocentes, esse casal representa o ser humano de modo geral.
A serpente, poderia ser um Urso, um Cavalo, um Ornitorrinco, ou mesmo um Avestruz que tentou Eva à maldade, alguém tinha que o fazer. Isso não passa de mais um detalhe para mostrar que da mesma forma que existe o bem, existe o mal, ou seja para tudo existe um oposto.
Agora a metáfora mais interessante é a da maçã, da mesma forma que a serpente, poderia ter sido até um tucumã. Os escritos dizem que existiam duas árvores, a árvore da vida e a do conhecimento. Fazendo uma remissão à minha ideia já posta em outro post, sistematizando minha própria crença, ao comer do fruto do conhecimento o ser humano embebedou-se neste de forma a esquecer do fruto da vida, que esta quase esquecido, ou seja o ser humano da crédito demais à ciência e deixa a religião de lado, quando ambas precisam andar juntas, para não estarem cegas ou mancas, o ser humano perdeu sua própria essência, sua noção de existência hoje é totalmente distorcida.
Tudo isso é uma metáfora que precisa de interpretação cautelosa, as duas árvores são ciência e religião caminho para a transcendência da relação corpo/alma/espírito.

A Arca de Noé

Bem, nada de se ater aos atores, pois são detalhes: A questão é, qual a metáfora do Dilúvio?
Juntar um par de todos os animais em uma arca? Os tamanduás iam morrer de fome, e lá se iam os pares de formigas e assim por diante.
O cachorro é util como animal de estimação, e já foi mais, bem como o cavalo e tantos outros. Juntas todos os animais quer dizer que dependemos um do outro, e cada um tem seu papel no sistema, é sábido que se sumissem todos os urubus, coelhos, formigas ou baratas, cada um desses traria um desequilíbrio ecológico, pois existe a necessidade da ação conjunta de cada um.
E se ocorre um desastre?? É aí que entra o dilúvio, ou poderia ser uma seca, uma glaciação, furacões, tornados, tudo é parte de um desequilíbrio ecológico e ambiental que tem fundamentos nessa degradação do meio ambiente, são todos corretivos naturais seja lá qual for a catástrofe, a ideia é juntar os animais pois todos interdependem  entre si e não ir de contra a fúria da natureza.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Religião: Sistematizando minha própria crença

Venho à algum tempo tentando sistematizar minha crença, até pelo fato de estudar religiões e de sempre estar fazendo reflexões. Percebi hoje que o primeiro passo para minhas anotações é partir do principio mais geral possível e que seja uma forte característica do meu credo.
Tal pensamento é a relação, corpo, alma, espírito. Entender esses três faz parte da essência humana, é algo ontológico, no meandro deles esta a questão religião/ciência. Se corpo, alma e espírito são uma relação una e interdependente que precisa de um equilíbrio, a questão religião/ciência é o caminho para essa busca.
Uma célebre frase de Albert Einstein “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”
Essa frase delimita um dos pressupostos da minha crença, onde tanto a religião como a ciência são necessidades ontológicas de mesmo nível e completam-se de modo que o corpo, a necessidade de expressão material - já proposta inclusive por Marx - é abastecida pela ciência, que em alguns casos ultrapassa essa temporalidade, ou o material, terreno. O espírito vem estar diretamente ligado à religião e o que hoje é reconhecido por sobrenatural¹, ou seja, todos os fenômenos extra corpóreos(corpo) e ainda não compreendidos em função da soberba da ciência e do próprio rumo da existência humana, e que é representado algumas vezes pela alma, ou seja, a própria vivência. Por fim a alma vem ser a mediadora entre corpo e espírito. Alma é o mesmo que vida, e é na vida, nas experiências que são demonstrados os fenômenos do corpo e do espírito em maior ou menor grau, mas que precisam ser equilibrados por esse mediador.
Sendo então corpo, alma e espírito uma relação una, mas ao mesmo tempo separada, apesar de interdependente, é comum ocorrer de o corpo (matéria/ciência) transcender-se e em alguns casos atingir o espírito, e contrário também ocorrer, as noções do fenômeno do espírito se refletirem de forma material(ciência), e esse é o objetivo da alma (vida).
Em tempos antigos o ser humano teve muitos problemas, pois a religião era muito mais forte que a ciência, quebrando assim o equilíbrio necessário e ontológico. Isso fez com que a parte responsável pela ciência fosse deixada de lado, e fatores como a ética fossem deixados de lado, e a religião fosse usada de forma errônea.  Hoje a ciência é a grande mãe de tudo e também traz muitos problemas ao ser humano como ser, pois deixa de lado em grande parte a religião, fazendo também com que o plano de equilíbrio não se efetive e leis retóricas ou materiais( principalmente da noção distorcida que o capitalismo trouxe) se sobreponha à religião e o espírito trazendo um caos da existência humana. Assim é a alma, ou seja, a vida por meio de nossas experiências que vai caminhar ao equilíbrio de corpo e espírito para emancipação real do ser enquanto ser, para alcançar seu objetivo enquanto essência.

¹ Ainda vou questionar a noção de sobrenatural, pois discordo do significado do termo, e o vejo como natural desconhecido.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Uma reflexão sobre religiões

Me parece interessante a forma como o que é comum ou cotidiano é coisificado, e pela sua própria dinâmica de frequência seu significado é esquecido ou deixado de lado pelo simples fato do ato de fazer esse ato comum.
É dito que direito é feito pelo fato. E de fato qualquer coisa repetida várias vezes perde a ordem de sentido em detrimento do pragmatismo, da ação. Essa é uma observação que acabo de ter que se mostra interessantemente ligada ao estudo das religiões ou qualquer doutrina, pois a significação das tradições propostas por estas vão coisificando-se paralelo ao simples pragmatismo da ação.
Isso tem ocorrido principalmente com a religião cristão católica romana, pois, esta tem maior expressão e mídiatização global. É como se ela tivesse um prazo de validade que condiz com sua expansividade demográfica junto ao tempo de ação espiritual e temporal sobre seu determinado grupo, ou seja, por ser a religião mais expressiva e comumente discutida seus significados foram deixados de lado, esquecidos, e as tradições mais simples ou complexas apenas deixadas de lado pela público, talvez até por falta de maior dinamicidade no ato destas, onde tais significados ficaram apenas com os padres, bispos e demais eclesiástas, pois estes são os guardas desses significados.
Isso traz à tona outra reflexão: Se os significados são deixados de lado, cada vez mais a própria religião é deixada de lado, e pela necessidade de conhecimento e afirmação humana, o público vai em busca de uma nova crença que faça sentido, um significado novo e ainda não em estado de entropia, assim dando ênfase à novas religiões. Esse processo se deu com as religiões politeístas( principalmente grega, romana e egípcia), para o catolicismo cristão - é claro que existem também outros inúmeros fatores políticos que influenciaram essa transição, mas o qual não é meu objetivo me ater agora -, do catolicismo cristão para o protestantismo de Calvino e Lutero, que hoje por um lado crescem bastante com novos adeptos, mas que por outro os antigos adeptos estão em em exôdo bem grande para - isso em termos de Brasil - as religiões espíritas, com grande ênfase na religião que mais cresceu nas ultimas três décadas, o espiritismo kardecista, e a umbanda.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Sobre a Psicossomática: Uma autoreflexão

Observando a minha própria vivencia e experiência, é prache fazer algumas análises para que possa me compreender melhor, e ter alguns fundamentos póstumos para entender como me entendo.
Partindo de uma interação social que pressupunha, a priori, uma necessidade científica, mas que posteriormente veio a ser uma necessidade pessoal, vim notar algo interessante sobre a própria noção apriorística inconsciente em tal interação social.
O entendimento que vou analisar é ação da psicossomática nas minhas relações sociais em função da minha própria necessidade existencialista, sob a influência emotiva.

A psicossomática é uma ciência interdisciplinar que integra diversas especialidades da medicina e da psicologia para estudar os efeitos de fatores sociais e psicológicos sobre processos orgânicos do corpo e sobre o bem estar das pessoas. (...)Então, psicossomática é uma palavra substantiva que pode ser empregada para qualquer tipo de sintoma, seja ele físico, emocional, psíquico, espiritual, profissional, relacional, comportamental, social ou familiar.
Na visão junguiana ou da psicologia integral, todo sintoma é psicossomático e pode ser um meio para que o processo do auto conhecimento possa acontecer e, por isso mesmo, Hipócrates, o pai da medicina, no seu aforismo já citava: "Homem, conheça-te a si mesmo, para poder conhecer os deuses e reconhecer o Deus que habita em ti". Então, qualquer sintoma ou queixa pode ser entendido como uma manifestação psicossomática, além de ser uma janela de oportunidade para o auto conhecimento!" (MELLO FILHO, Júlio. 1992)

Partindo dos conceitos citados acima, a psicossomática tem influências diretas sobre o bem estar pessoal. O que venho notar é sobre minhas experiências de campo da busca científica do entendimento da fenomenologia religiosa no âmbito geral. Mesmo com minhas noções apriorísticas de observação e entendimento do fenômeno, o próprio fenômeno age sobre mim de forma inconsciente e isso pode estar se dando, dependendo do caso, pela influência afetiva de outrem, onde há uma troca de significados antes da observação, que já me engendra a noção inconsciente pré definida do fenômeno.
Ora, antes de mais nada preciso sistematizar minha pesquisa, e a forma de análise, caso esta for participativa ou não. Caso não seja participativa, tenho que rever minha conduta e fazer uma preparação consciente sobre o estudo da psicossomática para tal ação, caso seja uma observação participativa, o que culmina mais com a fenomenologia, o entendimento da psicossomática precisa também ser entendido, mas antes de tudo tenho que estar ciente da troca de meios e produção simbólica de significados, talvez preservando um tipo ideal, mas ciente do modelo de observação.
O que quero findar é que uma observação à esmo de campo religioso tem forte influência em mim, em função da minha própria necessidade e conceito existencialista, onde qualquer templo ou local de cunho sagrado, espiritual, ou especial vem me trazer uma noção diferente em função da pré noção da existência de uma forma maior objetivando-se no local.
O surgimento de um sintoma psicossomático vem em função de três fatores independentes, neste caso, a influencia psicoafetiva é o fator da influencia sobre minha conduta e noção. Apesar da própria noção consciente da ação psicossomática, é difícil desligar-se dela, pois a sapiência desta é consciente, mas a ação é inconsciente. Um fator bastante expressivo nessa condição é o próprio despreparo físico e psíquico para controlar tal ação, onde a noção cognitiva dela é apenas um passo à noção de auto controle da mesma, faltando ainda muito preparo e evolução do corpo e do espírito para compreender expressivamente tal ação.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Semanas no paraíso não compensam horas no inferno

Semanas no paraíso não compensam horas no inferno...
O dia no inferno é maior, mais quente, parece infinito.
O paraíso se esvaí como uma gota d'água que  evapora,
Enquanto o inferno é o calor; vem chegando, chega e vai embora,
E a água evapora, e mesmo depois que ela se foi ainda fica remoendo qualquer coisa,
Fica queimando o quanto pode, e o quanto não pode...
O inferno é cantado em dias, meses, séculos, o paraíso,
Desenhado em sutis horas, ora!
O paraíso mal se sente, o inferno é as vezes frio, outrora quente,
Congelante, fervente...
07:16
07:24
12/11/2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Eu sempre costumo dizer que a primeira característica em comum de todos os seres humanos, é que todos são diferentes. Homem, mulher, todos somos seres humanos, primatas, escravos de nossa historicidade de nossas ações, de nossa própria práxis. Mas, as vezes eu me pergunto: Será que é comum acontecer de alguém sentir o peso do mundo nas costas, na mente, na cabeça?
Todos um dia param e pensam em sua vida, no que fizeram, no que fazem ou vão fazer de forma crítica, analítica e até dialética?
Será que realmente todo se sentem diferentes, e refletem sobre seu papel no mundo, e principalmente sobre sua existência?
Quem somos, de onde viemos, para que viemos? Porque, Por que, Porquê, Por quê...
Quem saberá me dizer quem sou, se eu mesmo não sei?
Perguntas à milhas e à milhões, pois a pergunta move o mundo, mas e a resposta? Onde fica, como fica?
Se o existencialismo é realmente um humanismo, porque este vem tão recheado de martírio?
É estranho andar pelas ruas vazias durante a noite, andar invisível, e ver que todos dormem calmamente.
Mas, por que eu não me vejo calmamente dormindo? Ando de um lado ao outro, ninguém mais olha o céu de noite porque as luzes da cidade mal o deixam aparecer, mas, eu sozinho tento, e sou invisível mesmo, ninguém nota.
Ando de um lado ao outro penso, reflito e vou de algum lugar à lugar nenhum. E ninguém mais no mundo faz isso, e eu ando sozinho e perdido, e não posso nem conversar, não posso dizer o que sinto, o que não sinto, o que vejo, o que não vejo, e o que ouço e que não ouço...
As vezes me sinto tão só, e as vezes percebo que tem alguém me vigiando, mas esse alguém não se mostra, ou talvez eu não queira ver...
Por que tem que ser assim, e por que tem que ser comigo, eu poderia ser mais simples, poderia ser tudo mais fácil, a vida poderia ser mais pacata, mas não!! Eu tenho que ser eu, complicado, tenho que entender tudo que me envolta e tudo que envolto...
Será que realmente cada ser humano, cada pobre ser humano tem ciência de sua condição de miséria existêncial? Ou será que tudo isso é só uma farça da minha mente, e o louco sou eu no meio dos sãs?
Normalmente  poucos são os loucos perdidos em meio à multidão, será essa minha condição?
Talvez, talvez o mundo quase todo esteja errado...Mas de que importa, se tudo vai continuar, e quando eu morrer nem saberei da verdade, e talvez a verdade nem exista, é tudo fruto da minha mente, a mente do meu fruto...Do caos que me habita e traz a loucura pelos dedos, pelas palavras, pelos pensamentos...
A loucura avisa quando chega?? O louco sabe que é louco? Dizem que o louco nunca se assume louco, então se eu me assumir louco não serei louco???
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12/09/2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Disciplina é liberdade? PARTE 2

Vários teóricos de várias épocas discorreram sobre a liberdade. Vou apresentar algumas interpretações de autores sobre a liberdade para fundamentar este ensaio.
Se partirmos de Nietzsche, veremos que segundo ele a liberdade que temos é moldada pelo paradigma religioso que nos é imposto por meio da educação. Os valores morais são uma forma de coerção social que nos moldam para os ideais desta de forma a vetar nossa liberdade.
O poder espiritual das religiões veta nossa liberdade com o intuito de aumentar seu poder temporal criando a ilusão da liberdade de forma que aceitemos sem mesmo perceber, somos adestrados desde cedo a aceitar sem contestar.
Foucault é claro quando diz que temos uma liberdade assistida. Tudo que fazemos é vigiado, tudo que fazemos é punido pela sociedade e pelos órgãos representantes destas. Somos cercados por todo tipo de aparelho que nos vigia, somos átomos entre outros átomos, onde cada um destes esta vigiando todos e todos vigiam um individualmente ou por meio das instituições. O estado tem esse poder e esse papel, e a nossa legislação tem o intuito.
De certa forma, Althusser trata deste tema de forma semelhante à Foucault quando fala dos aparelhos ideológicos e dos aparelhos repressores, de forma que no intuito de aplicar a ideologia, a repressão é uma boa arma, e esta veta nossa liberdade diretamente ou por meio ideológico.
Em fim, mas não menos importante Sartre diz que a liberdade parte realmente de nós mesmos. Somos livres para fazer toda e qualquer ação que esteja ao nosso alcance, porém, cada ação tem em contrapartida uma conseqüência.
De certo modo Sartre nos mostra que autodisciplina é o caminho para a liberdade, pois onde cada ação tem sua reação, a autodisciplina vem fazer com que controlemos essa ação e dessa forma também a reação. Assim, a emancipação antes dita faz com que tenhamos esse controle e dessa forma alcancemos a liberdade.

Disciplina é liberdade?

É sabido que somos regidos por um sistema político, social, econômico e principalmente moral que é caracterizado concomitantemente por vir antes da nossa existência e por ser um circulo vicioso.
Assim se tratando da gama de escolhas e opções que esse sistema nos põe, estas escolhas pré-moldadas e pré-estabelecidas nos mantêm escravos deste e tira grande parte de nossa liberdade, nos forçando a uma liberdade assistida. Mas, mesmo em meio à esse sistema, conseguimos certa resistência tentando alcançar a liberdade, pois a partir de um viés ontológico vemos que a liberdade faz parte da essência humana.
Somos disciplinados para acreditar que temos liberdade, e disciplinados para crer que a liberdade que almejamos é a libertinagem. Então, tal resistência não vem necessariamente pela disciplina, mas, pela autodisciplina crítica e racional, a qual vai fazer com que, mesmo em meio ao circulo vicioso do sistema, encontremos tal resistência que vai trazer a liberdade, de forma que quando fazemos nossa escolha crítica - principalmente (penso eu) quando escolhemos não escolher uma das proposições passadas - fazemos com que a gama de proposições tenda a aumentar diante do pouco uso das mesmas.
A disciplina no sentido aureliano da palavra vem mostrar que esta, parte de alguém (seja pessoa física, jurídica ou sistema moral), para outrem de forma verticalizada, eis alguns significados da palavra disciplina tirados do dicionário Aurélio para referendar meu pensamento:

1. Regime de ordem imposta ou livremente consentida.
2. Ordem que convém ao funcionamento regular duma organização (militar, escolar, etc.).
3. Relações de subordinação do aluno ao mestre ou ao instrutor.
4. Observância de preceitos ou normas.
5. Submissão a um regulamento.
6. Qualquer ramo do conhecimento (artístico, científico, histórico, etc.).
7. Ensino, instrução, educação.
8. Conjunto de conhecimentos em cada cadeira dum estabelecimento de ensino; matéria de ensino.

A autodisciplina parte de si para si mesmo numa reflexão crítica que não deixa de levar em conta as opiniões da disciplina por partir do ser para ele mesmo.
Dessa forma o ato da autodisciplina vem junto com a emancipação e a reflexão, pois através destas e do amadurecimento crítico, pode se alcançar um nível coerente de autodisciplina que o levara a verdadeira liberdade, e não a liberdade assistida ou enganatória que nós é imposta quase sempre sem que nos demos conta.
Espero que ninguém passe pelo o que eu estou passando, espero que ninguém sinta o que eu estou sentido...
Um dos piores sentimentos à meu ver é a pena; Mas agora sinto-a, pois ela é real, e o ódio não vale a pena...

sábado, 31 de julho de 2010

Se existe um ser divino, supremo, e nisso eu tenho acreditado, este muito me ajudou, veio quando pedi...Mas parece que agora ele me abandonou...parece que de tempos para cá seus olhos esqueceram de mim, e ficaram sombrios.
A lua que sempre me vigiava sumiu de repente...
Coincidência? tudo indica para um lado...estou começando a desconfiar, não o quero, mas se  for o caso,  seguirei meus pensamentos e  dele vai refletir minhas ações...

domingo, 20 de junho de 2010

Bem, ainda falando do pragmatismo espontâneo. Por mais que o gato seja de casa, ele é acomodado por ser de casa, e o rato de longe, pelo menos se esforça bastante...